(Re)Abrindo os trabalhos
Escrever sempre foi uma paixão, daquelas bem grandes e que, na infância, você não tem maturidade pra perceber.
Eu era bem pequena quando ganhei meu primeiro diário e, embora eu não lembre exatamente quem me deu, lembro que a instrução era: escrever o que eu estivesse sentindo. E foi o que eu fiz, com aquele primeiro, em forma de coração e com um mini cadeado, e com todos os vários cadernos da adolescência que eu tentava esconder da minha mãe.
Na vida adulta, veio o primeiro blog. A princípio, a ideia era de que fosse também um diário. Mas a vaidade me fez reformular o que eu escrevia (passei a falar sobre cinema) só pra poder divulgá-lo sem passar vergonha, falar para os amiguinhos que eu tinha um blog, e que eles deveriam ler (e seguir). Infelizmente, a vida adulta realmente aconteceu com seu mar de atribuições (e boletos!), a frequência nas postagens foi diminuindo, assim como meu interesse, até que parou. Aquela primeira experiência internáutica agora encontra-se perdida na nuvem.
Com os anos, as redes sociais trouxeram à tona aquela louca egocêntrica que acha que escreve pra uma multidão. Começou com um textinho, que foi ficando maior, até virar textão. Maldita vaidade que gostava daqueles likes! Olha só onde estamos agora 😄
Nem sei se eu devo comentar que queria fazer um apanhado dos melhores textos e republicá-los aqui (veja o nível de vossa autora) - pelo menos os da Olímpíada do RJ... eles ficaram legais... tá bom, parei!
Tudo novo de novo (por enquanto haha)... Sem ooorrr... Como se eu já não falasse o suficiente!
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